terça-feira, 29 de novembro de 2016

AS RUAS ALEMÃS CAEM NO CAOS

"Estamos perdendo o controle das ruas"


Nos seis primeiros meses de 2016 os migrantes cometeram 142.500 crimes, de acordo com o Departamento Federal de Polícia Criminal. Isso equivale a 780 crimes cometidos por migrantes todo santo dia, um salto de cerca de 40% em relação a 2015. Os dados incluem apenas aqueles crimes nos quais o suspeito foi capturado.

Milhares de migrantes que entraram no país como "candidatos a asilo" ou "refugiados" estão desaparecidos. Eles são, provavelmente, migrantes econômicos que entraram na Alemanha sob falsos pretextos. Acredita-se que muitos estejam envolvidos em assaltos e violência criminal.

A polícia local em muitas regiões do país admite que já atingiu o limite da sua capacidade e não tem mais condições de manter a lei e a ordem.

"O tráfico de drogas acontece bem diante dos nossos olhos. Se interviermos, seremos ameaçados, levaremos uma cuspida e seremos insultados. Às vezes alguém ameaça com uma faca. São sempre as mesmas pessoas. São impiedosos, não têm medo de nada e não têm escrúpulos em assaltar idosos". − Um segurança de uma empresa privada.

De acordo com Freddi Lohse, do Sindicato da Polícia Alemã de Hamburgo, muitos migrantes criminosos veem a brandura do sistema judicial alemão como uma luz verde para continuar o comportamento delinquente. "Eles estão acostumados a consequências mais drásticas em seus países de origem", ressaltou ele. "Eles não têm nenhum respeito por nós".

"Não é possível que criminosos continuem a inchar as fichas dos registros policiais, nos agridam fisicamente, nos insultem, seja o que for, sem que haja nenhuma consequência. Muitos casos são arquivados ou os criminosos são postos em liberdade condicional ou coisas do gênero. Sim, o que está acontecendo hoje em dia nos tribunais é uma piada." — Tania Kambouri, policial alemã.

O estupro de uma menina de dez anos em Leipzig, a maior cidade da Saxônia, chamou mais uma vez a atenção para a escalada vertiginosa de crimes violentos cometidos pelos migrantes nas cidades de toda a Alemanha — e até que ponto as autoridades alemãs e os meios de comunicação estão dispostos a não medirem esforços em censurar as informações sobre os autores desses crimes.

Em 27 de outubro às 07h00 a menina estava indo de bicicleta para a escola quando um homem a encurralou, jogou-a ao chão e a estuprou. O suspeito, descrito como um homem de trinta e poucos anos, cabelos curtos, castanhos e uma barba aparada.

A polícia de Leipzig se recusou de forma explícita a informar se o suspeito é migrante, mas implicitamente admitiu que ele é. Eles publicaram um retrato falado do suspeito juntamente com um alerta politicamente correto:

"A imagem representativa do suspeito poderá ser publicada apenas na mídia impressa na região de Leipzig. A publicação da imagem na Internet, incluindo nas redes sociais, como o Facebook, não está prevista na ordem judicial de caça ao criminoso (Beschluss zur Öffentlichkeitsfahndung) e, consequentemente, terminantemente proibida".

A determinação de censurar os detalhes sobre o estupro, no qual as autoridades alemãs dão mostras de estarem mais preocupadas em proteger a identidade do estuprador do que o bem-estar da vítima ou de potenciais vítimas que ele poderá atacar, é praticamente sem precedentes na Alemanha.

Em nome da sua reputação e integridade o jornal berlinense Bild, reagiu: o "BILD irá ignorar esse pedido. Queremos contribuir para que o suspeito seja capturado o mais rápido possível". Com efeito, o Bild é um dos poucos jornais da Alemanha a publicar não somente a imagem, mas também a história do estupro.

Crimes violentos — incluindo estupros, agressões físicas e sexuais, facadas, invasão de residências, roubos, assaltos e tráfico de drogas — dispararam na Alemanha desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio. Poucos, se é que algum, dos migrantes tiveram seu background checado antes de obterem a autorização para entrar na Alemanha.

Os migrantes cometeram 208.344 crimes em 2015, de acordo com um relatório confidencial da polícia que vazou para o Bild. Este número representa um salto de 80% a partir de 2014, o que significa 570 crimes cometidos por imigrantes a cada dia, todos os dias, ou seja: 23 crimes a cada hora, isso somente em 2015.

O verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes é muito maior porque o relatório elaborado pelo Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) abrange somente crimes esclarecidos (aufgeklärten Straftaten). Segundo as estatísticas da polícia, em média apenas cerca da metade de todos os crimes cometidos na Alemanha, em um dado ano, é solucionada (Aufklärungsquote). A implicação disso é que o verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes em 2015 pode ultrapassar 400.000.

No primeiro semestre de 2016 os migrantes cometeram 142.500 crimes, de acordo com com um relatório do BKA divulgado em 6 de setembro. Isso equivale a 780 crimes cometidos por migrantes todo santo dia, ou seja: 32,5 crimes a cada hora, um salto de cerca de 40% em relação a 2015. Repetindo, os dados de 2016 incluem apenas aqueles crimes nos quais o migrante suspeito foi capturado. Crimes de estupro, da mesma natureza, ocorridos em Leipzig não aparecerão nas estatísticas porque os suspeitos continuam foragidos.

As estatísticas de crimes cometidos por migrantes abrangendo todo o ano de 2016, quando ficarem disponíveis, provavelmente mostrarão um salto significativo se comparados aos dados de 2015. Uma das razões é que milhares de migrantes que entraram no país como "candidatos a asilo" ou "refugiados" estão desaparecidos. Eles são, provavelmente, migrantes econômicos que entraram na Alemanha sob falsos pretextos. Acredita-se que muitos estejam envolvidos em assaltos e violência criminal para se sustentarem

A maioria dos crimes cometidos pelos migrantes está sendo minimizada pelas autoridades alemãs, ao que tudo indica, para evitar alimentar sentimentos anti-imigração. Por exemplo, o relatório do BKA afirma que a maioria dos crimes cometidos por migrantes envolve sonegação — por exemplo a utilização de transportes públicos sem passagem. Quanto a outros crimes, é voz corrente que, quase invariavelmente, tratar-se-iam de casos isolados (Einzelfälle), não fazendo parte de um problema de alcance nacional.

O Gatestone Institute analisou centenas de denúncias de crimes cometidos por migrantes em relatórios da polícia local e jornais locais e regionais. As evidências apontam para uma escalada nos crimes cometidos por migrantes em todo o país: cidades em todos os 16 estados da federação alemã estão sendo atingidas. Na verdade, a polícia local em muitas regiões do país admite que já atingiu o limite da sua capacidade e não tem mais condições de manter a lei e a ordem.

A crescente sensação de caos é substanciada por um levantamento realizado em 24 de outubro pelo YouGov que constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou nos últimos anos. Cerca de 70% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.



Polícia alemã posicionada para acabar com uma batalha campal entre grupos de migrantes (imagem: captura de tela da SAT1)



Em Hamburgo, as estatísticas mostram que os migrantes cometeram cerca da metade dos 38.000 crimes registrados em Hamburgo no primeiro semestre de 2016, a despeito dos migrantes constituírem apenas uma fração dos 1,7 milhão de habitantes. A polícia diz que muitos dos crimes foram cometidos por "quadrilhas de migrantes" (ausländischen Banden).

A polícia municipal disse estar impotente diante da disparada no número de crimes cometidos por jovens migrantes norte-africanos. Hamburgo já abriga mais de 1.800 dos assim chamados migrantes menores desacompanhados (minderjährige unbegleitete Flüchtlinge, MUFL), cuja maioria mora nas ruas e, ao que tudo indica, pratica todos os tipos de crimes, incluindo os de bater carteiras e bolsas.

Mais de 20.000 bolsas são roubadas em Hamburgo todos os anos. A maioria das vítimas é roubada por homens com idades entre 20 e 30 anos oriundos do Norte da África e dos Bálcãs de acordo com Norman Großmann, diretor do Departamento de Inspetoria da Polícia Federal em Hamburgo. Nos últimos meses a polícia realizou operações (clique aqui e aqui) com o objetivo de enfrentar o problema, mas as ações resultaram em pouquíssimas detenções.

Os meios de comunicação locais denunciam que as quadrilhas de jovens migrantesefetivamente assumiram partes do Jungfernstieg, um dos bulevares mais renomados de Hamburgo. Muitos cidadãos estão evitando o local, que recentemente foi recuperado a um custo de vários milhões de euros, porque se tornou muito perigoso.

Mais de 50 pessoas foram agredidas fisicamente no Jungfernstieg desde o início de 2016 e a polícia está sendo chamada quase diariamente para atender reclamações sobre mendicância agressiva, bebedeira na rua, tráfico de drogas e ataques sexuais. Os proprietários dos restaurantes locais estão reclamando de um salto nos casos de roubo e vandalismo e motoristas de táxi dizem que estão evitando a região onde é comum ouvir o idioma árabe e persa.

O jornal Die Welt, denunciou que migrantes menores de idade desacompanhados em um abrigo de refugiados, no distrito de Hammerbrook estão "trabalhando" no Jungfernstieg. Depósitos de celulares, laptops e outros artigos roubados recentemente foram encontrados escondidos em seus quartos. A polícia também prendeu o egípcio que atende pelo nome de Hassan, de 20 anos de idade, que rotineiramente vinha atacando transeuntes com uma faca. Ele foi filmado apalpando os seios e o órgão genital de uma menina. Ao resistir ele lhe deu um soco no rosto.

Moradores do distrito de Alsterdorf, na região norte de Hamburgo pediram ao prefeito para que ele tomasse providências no sentido de conter uma quadrilha de 40 migrantes menores de idade desacompanhados altamente agressivos que estavam aterrorizando a vizinhança. Os residentes se queixavam de assaltos, roubos e até extorsão. Uma residente de 65 anos disse que foi atacada por um menino de 10 anos de idade que estava tentando arrombar um carro. Um empresário de 45 anos disse que temia enfrentar os jovens porque eles poderiam quebrar as janelas da sua empresa. Um pensionista de 75 anos de idade disse que ele já não se atreve mais sair de casa ao escurecer.

Thomas Jungfer, diretor-adjunto do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) de Hamburgo adverteque a cidade não tem policiais suficientes para manter a lei e a ordem. Ele disse que as empresas de segurança privada são necessárias para preencher as lacunas. A "insatisfação entre nossos colegas está se acentuando", salientou ele.

Na cidade próxima de Bremen, a polícia, para todos os efeitos, desistiu de combater o crime organizado dirigido por clãs dos Balcãs e do Curdistão devido à falta de recursos em termos de pessoal para enfrentar a escalada da criminalidade nas ruas, imposta por migrantes adolescentes desacompanhados.

Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) criticou as autoridades municipais pela falta de determinação. "Bremen capitulou diante de clãs extremamente perigosos. O monopólio do estado sobre o uso legítimo da força física [Gewaltmonopol des Staates] está se transformando na lei da selva. A segurança continua indo por água abaixo".

Em Berlim, clãs de migrantes criminosos "com profundos laços de lealdade ao grupo" estão atuando com impunidade nos distritos de Neukölln, Wedding, Moabit, Kreuzberg e Charlottenburg. A revista semanal Focus, denunciou que a região de Kottbusser Tor em Kreuzberg, de grande concentração de imigrantes, se transformou em um "vácuo legal" por conta da presença reduzida da polícia. O lugar foi invadido pelo tráfico de drogas, crime e violência e os moradores e lojistas denunciam crimes nas ruas a cada hora que passa, todos os dias. Um lojista ressaltou: "no passado, as crianças podiam brincar aqui livremente. Além disso, ninguém precisava cuidar da bolsa ou mochila. Hoje tudo isso já não é mais possível".

De acordo com a Focus, "durante o dia a região fica repleta de sobras de heroína e à noite batedores de carteira entram em ação". Um segurança de uma empresa privada salientou:

"O tráfico de drogas acontece bem diante dos nossos olhos. Se interviermos, seremos ameaçados, levaremos uma cuspida e seremos insultados. Às vezes alguém ameaça com uma faca. São sempre as mesmas pessoas. São impiedosos, não têm medo de nada e não têm escrúpulos em assaltar idosos."

Um colega seu acrescentou: "claro, sempre chamamos a polícia. Na última vez, no entanto, ela levou duas horas para chegar aqui".

Na região do Reno-Ruhr, a maior região metropolitana da Alemanha, as estatísticas da polícia mostram que os argelinos cometeram mais de 13.000 crimes em 2015, mais do dobro de 2014. Os marroquinos cometeram 14.700 crimes e os tunisianos mais de 2.000 crimes.

No Reno, Norte da Westphalia, um comunicado do Ministério do Interior revelou que os marroquinos cometeram 6.208 crimes em 2015. Os argelinos cometeram 4.995 e os tunisianos 1.084. São aumentos significativos em comparação com anos anteriores.

De acordo com o Ministério do Interior do Reno, Norte da Westphalia (NRW), a "criminalidade dos imigrantes do Norte da África aumenta de forma desproporcional — principalmente nas grandes cidades. Os suspeitos são na maioria rapazes solteiros. Suas especialidades criminosas são roubo e assalto".

Em Düsseldorf, políticos locais foram acusados de não levar a sério a crescente ameaça representada por gangues violentas de migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia. A cidade é o refúgio de um total de 2.244 suspeitos de serem criminosos, oriundos do Norte da África, cuja maioria (1.256) é do Marrocos. Na média eles cometem um crime a cada três horas e meia. Um inspetor de polícia salientou: "o grupo como um todo é desrespeitoso e completamente sem vergonha".

Em Stuttgart, a polícia está travando uma batalha perdida contra quadrilhas de migrantes do Norte da África, que se dedicam a bater carteiras. No distrito de Rems-Murr, perto de Stuttgart, quadrilhas rivais de jovens migrantes dos Balcãs "roubam qualquer coisa que não estiver pregada a alguma coisa". Jovens ciganos e kosovares faltam às aulas para arrombarem carros, diária e sistematicamente, para roubar celulares e outros objetos de valor. Eles também invadem consultórios médicos, residências de idosos, jardins de infância e escolas para roubar bolsas e jaquetas.

Em Aalen, um menino de 14 anos de idade natural do Kossovo, já tem uma ficha com mais de 100 delitos. Um jornal local denuncia : "todas as tentativas da polícia, judiciário e da Fundação do Bem-Estar do Menor de incutirem nele a capacidade de discernir o certo do errado e ressocializá-lo não deram em nada. No Facebook ele se gaba de suas realizações e de seu amor pela Gangsta rap".

Em Leipzig, o sistema de transporte público tornou-se um ímã para os criminosos. O número de casos registrados de furtos nos transportes coletivos saltou 152% entre 2012 e 2015. O número de ataques físicos e sexuais em transportes coletivos também aumentou. Em termos gerais, o número de crimes registrados em ônibus e bondes saltou 111% entre 2012 e 2015 e o número de crimes registrados em pontos de ônibus nesse mesmo período teve um salto de 40%.

A polícia de Leipzig atribui a escalada de crimes ao rápido crescimento da população da cidade. Eles não têm como confirmar a nacionalidade dos criminosos, porque isso exigiria a revisão de cada um dos crimes, tarefa esta que "excederia a capacidade do tempo do staff".

Em Dresden, migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia tomaram o controle, de fato, da icônica Wiener Platz, uma grande praça pública em frente a estação central de trens. Ali eles vendem drogas e batem carteiras de transeuntes, quase sempre impunemente. As batidas policiais na região da praça se transformaram em um jogo de "whack a mole", ou seja: um número infindável de migrantes sempre substituindo aqueles que foram detidos.

Em Schwerin, bandos itinerantes de jovens migrantes armados com facas transformaram o centro da cidade em uma região cada vez mais perigosa, tanto de dia quanto à noite. Autoridades municipais elaboraram um plano de ação para recuperar o controle das ruas. Uma peça central do plano postula o posicionamento de mais assistentes sociais (Straßensozialarbeit) para promoverem a integração.

Na Baviera, Sigrid Meierhofer, prefeita da cidade turística de Garmisch-Partenkirchen queixou-se que a polícia local atendeu mais casos de crimes relacionados aos migrantes nas últimas seis semanas do que nos 12 meses anteriores juntos. Em uma carta enviada ao governo da Baviera ela ameaçou fechar um abrigo na cidade que aloja 250 migrantes, em sua maioria do sexo masculino oriundos da África, se a ordem e a segurança pública não forem restabelecidas. Ela também alertou as residentes da cidade a evitarem sair na rua após o anoitecer.

Em um best seller de Tania Kambouri, uma policial alemã, ela retrata a deterioração da segurança na Alemanha por causa dos migrantes que não respeitam nem a lei nem a ordem.Em entrevista concedida à rádio Deutschlandfunk, ela ressaltou:

"Durante semanas, meses e anos venho observando que muçulmanos, em sua maioria jovens do sexo masculino, não têm o menor respeito pela polícia. Quando estamos rondando as ruas da cidade somos insultados por jovens muçulmanos. Com gestos e insultos como vá a m... ao passarmos por eles. Quando fazemos batidas policiais o comportamento piora ainda mais, e isso acontece na maioria das vezes quando se trata de migrantes".

"Espero que esses problemas sejam reconhecidos e abordados de maneira clara e inequívoca. É imprescindível que as leis sejam mais rigorosas. Além disso, também é muito importante que o judiciário, por meio de seus juízes emitam sentenças eficazes. Não é possível que criminosos continuem inchando as fichas de registros policiais, nos agridam fisicamente, nos insultem, seja o que for, sem que haja nenhuma consequência. Muitos casos são arquivados ou os criminosos são postos em liberdade condicional ou coisas do gênero. Sim, o que está acontecendo hoje em dia nos tribunais é uma piada".

"O crescente desrespeito, a crescente violência contra policiais... Estamos perdendo o controle das ruas".

De acordo com Freddi Lohse, Vice-Presidente do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) de Hamburgo, muitos migrantes criminosos infratores veem brandura do sistema judicial alemão como uma luz verde para continuar o comportamento delinquente. "Eles estão acostumados a consequências mais drásticas em seus países de origem", ressaltou ele. "Eles não têm nenhum respeito por nós".


Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.
Apêndice

Estupros e Ataques Sexuais Cometidos por Migrantes na Alemanha, Outubro de 2016.

Os relatórios sobre a criminalidade utilizam todos os meios que o eufemismo do politicamente correto pode oferecer para descrever suspeitos estrangeiros, sem fazer uso dos termos "migrante" ou "migrante muçulmano".

1º de outubro. Dois homens com "aparência sulista" (südländische Erscheinung) estupraramuma mulher de 23 anos de idade em Lüneburg. A mulher estava passeando em um parque com seu filho pequenino, quando os dois homens se aproximaram vindo por trás. Os homens obrigaram a criança a assistir as cenas deles atacando a mãe, um de cada vez. "Um sulista falando árabe" (Südländer, sprach Arabisch) tentou violentar uma mulher de 34 anos no Volksgarten. O homem fugiu quando a mulher enfiou os dedos nos olhos dele. Um "sulista" (südländische Erscheinung) ameaçou com uma faca uma menina de 12 anos de idade em Kirchdorf. Um "sulista" (südländischen Teint) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas meninas, com idades entre 8 e 10 anos em Legden.

2 de outubro. Um migrante do Marrocos de 19 anos de idade estuprou uma mulher de 90 anos quando ela estava saindo de uma igreja no centro de Düsseldorf. A polícia descreveu o suspeito como "europeu da região sul com raízes do norte da África". Mais tarde ficou-se sabendo que se tratava de um marroquino com passaporte espanhol. Um migrante da África (dunkler/afrikanischer Typ) atacou sexualmente uma mulher de 22 anos em Altötting.

3 de outubro. Um "sulista" (südländisch ausgesehen) tentou sequestrar uma menina de 14 anos em Landau. O homem fugiu quando a menina ativou um apito eletrônico (akustischen Notfallstick).

4 de outubro. Um "sulista" (südländisches Erscheinungsbild) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas crianças com idades entre 8 e 10, em um playground. Uma menina de 15 anos de Goldbeck ameaçou com uma faca um migrante de 16 anos do Afeganistão que recorrentemente a assediava.

5 de outubro. Um migrante da Síria atacou sexualmente uma menina de 14 anos que estava passeando com a avó em Gießen. Um "sulista" (südländisch aussehenden Täter) atacou sexualmente duas meninas, com idades entre 16 e 17 anos, em frente a uma estação de trens em Böblingen. Um "homem de pele escura" (dunklere Haut) atacou sexualmente uma mulher de 30 anos em uma ciclovia em Oberursel. Um "homem de pele escura" (dunkler Hautfarbe) atacou sexualmente uma mulher de 21 anos de idade em Ulm.

6 de outubro. Um homem falando um alemão macarrônico atacou sexualmente uma menina de 16 anos em Weingarten. Um homem da "África Negra" (Schwarzafrikaner) agrediu uma mulher de 27 anos em Braunschweig.

7 de outubro. Um migrante do Norte de África atacou sexualmente uma mulher de 25 anos no centro de Stuttgart.

8 de outubro. Um candidato a asilo de 26 anos da Síria tentou estuprar uma mulher de 36 anos de idade em um parque em Böblingen. Um sírio de 25 anos apalpou uma menina de 15 anos em Moers. A menina respondeu dando um tapa na cara do homem. Ele chamou a polícia e se queixou que a menina tinha abusado dele. O homem foi preso por agressão sexual. Um "migrante oriundo do Oriente Médio", bêbado, de 33 anos (Zuwanderer aus dem Nahen Osten) atacou sexualmente uma mulher em Krefeld.

9 de outubro. Um migrante de 22 anos da Eritreia atacou sexualmente uma mulher de 23 anos em Lispenhausen. Um homem falando um alemão macarrônico assediou sexualmente uma mulher de 23 anos de idade em Bietigheim-Bissingen.

10 de outubro. Um candidato a asilo de 26 anos do Paquistão atacou sexualmente uma mulher de 24 anos de idade em Bad Hersfeld. Um homem de pele escura (dunkelhäutig) atacou uma mulher de 21 anos de idade em um trem em Stuttgart.

11 de outubro. Um migrante apalpou e acariciou uma menina de sete anos em um ônibus em Demen. Um "norte-africano" apalpou quatro meninas no metrô de Mannheim. Um homem de "aparência da região sul" (südländisches Aussehen) atacou sexualmente uma mulher de 19 anos em Wesel. Um migrante de 31 anos da Síria baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 24 anos de idade em Markgröningen. Um homem com "aparência da região sul" (südländisches Aussehen) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas meninas de 14 anos em Kevelaer.

12 de outubro. Dois homens com "aparência da região sul" (südländisches Aussehen) atacaram sexualmente uma menina de 15 anos de idade em um ponto de ônibus em Weikersheim. Um migrante de 21 anos da Líbia atacou sexualmente uma mulher em Leipzig. Um homem falando alemão com sotaque atacou uma mulher de 36 anos em Siegen.

13 de outubro. Um migrante de 19 anos de Paquistão agrediu fisicamente uma mulher de 18 anos de idade em Monschau. Quando a polícia estava levando o homem para a delegacia, ele deu uma cabeçada em uma policial. Um "homem de pele escura" (dunkelhäutige Mann) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma menina de 16 anos em Aichach. Um migrante de 33 anos do Iraque foi condenado a seis anos e seis meses de prisão por estupraruma mulher de 55 anos em Heilbronn. Um migrante de 20 anos do Mali foi condenado a dois anos e seis meses de prisão por atacar sexualmente uma mulher de 42 anos em Munique.

14 de outubro. Um homem de "aparência da região sul" (südländisches äußeres Erscheinungsbild) atacou sexualmente uma menina de sete anos em um parque em Ahaus. Um homem com uma tatuagem árabe apalpou duas meninas de 11 anos em uma piscina pública em Gronau. Dois homens de "pele muito escura" (sehr dunkle Hautfarbe) atacaram sexualmente dois adolescentes em Bad Hersfeld. Um "sulista" (südländisch) atacou uma mulher de 23 anos em Wilhelmshaven.

15 de outubro. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) de cerca de vinte anos atacou sexualmente uma mulher de 77 anos de idade em Bothfeld. A policia acredita que ele é responsável por outros quatro ataques ocorridos na cidade em julho, setembro e início de outubro. Poucos dias depois de chegarem à Alemanha, três afegãos com idades de 17, 24 e 29 anos atacaram sexualmente duas meninas de 14 anos em uma piscina pública em Gronau. Dois migrantes de 18 anos de idade da África Ocidental estupraram duas mulheres de 18 anos em Bremen. Um homem "aparentemente de origem estrangeira" (offenbar ausländischer Abstammung) agrediu fisicamente uma mulher em frente à estação de trens em Oranienburg. Quando um transeunte de 32 anos interveio para proteger a mulher, foi atacado pelo migrante, que continua foragido.

16 de outubro. Um menino de 16 anos e sua namorada de 15 estavam passeando ao longo das margens do Alster, um lago no coração de Hamburgo, quando um desconhecido emboscou-o vindo por trás e o esfaqueou nas costas. O agressor em seguida empurrou a menina para dentro da água e foi embora. A menina sobreviveu, mas o menino não resistiu aos ferimentos. O suspeito, um homem com "aparência da região sul" (südländischer Erscheinung) com vinte e poucos anos, continua foragido. A polícia afirma que as vítimas não foram roubadas e não há motivo aparente para o crime: ao que tudo indica o suspeito esfaqueou aleatoriamente o rapaz só porque ficou com vontade de esfaqueá-lo. Em 29 de outubro, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo assassinato, mas a polícia alemã afirma duvidar da reivindicação. Também em 16 de outubro, um imigrante de 31 anos do Paquistão estuprou uma mulher de 26 anos de idade em um parque em Dresden.

18 de outubro. Um "sulista" (südländischer Typ) atacou sexualmente uma mulher de 19 anos em Hildesheim.

19 de outubro. Um migrante de 29 anos da Síria compareceu ao tribunal sob a acusação de molestar sexualmente dez crianças em Freiburg e em Müllheim. O pai de uma das vítimas levou uma foto do suspeito, mas a polícia esperou dez dias antes de agir com base na pista.

22 de outubro. Um migrante de 18 anos da Somália assassinou uma mulher de 87 anos em Neuenhaus.

24 de outubro. Dezessete migrantes cercaram duas mulheres e as atacaram sexualmenteperto da estação central de trens em Freiburg. Apenas três dos agressores, todos de Gâmbia, foram presos e em seguida foram liberados. O crime é semelhante à taharrush gamea"assédio sexual coletivo" que ocorreu em Colônia e outras cidades alemãs na Passagem do Ano Novo quando grandes grupos de migrantes, do sexo masculino, cercaram mulheres e as atacaram sexualmente.

27 de outubro. Uma menina de dez anos de idade foi estuprada quando estava indo de bicicleta para a escola em Leipzig. A polícia publicou um retrato falado do suspeito com o alerta politicamente correto: "a imagem representativa do suspeito poderá ser publicada apenas na mídia impressa na região de Leipzig. A publicação da imagem na Internet, incluindo nas redes sociais, como o Facebook, não está prevista na ordem judicial e, consequentemente, terminantemente proibida. Dois homens falando um alemão macarrônico atacaram sexualmente uma mulher em Fürstenzell.
Por Soeren Kern 3 de Novembro de 2016
Tradução: Joseph Skilnik Do site: https://pt.gatestoneinstitute.org

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O ACORDO DE PARIS QUER ENFORCAR O PRODUTOR RURAL BRASILEIRIO

Ativistas ambientalistas enfiaram colar de 'Pérolas mágicas' no pescoço do ministro. 

Acordo de Paris custará ao Brasil U$ 40 bilhões, ou R$ 136 bilhões

Concluída em Marrakesh, Marrocos, a Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016), que visou transformar em normas práticas as decisões utópicas do acordo de Paris. Os resultados aí estão.

Pela generosa proposta da então presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ficou erigido um cadafalso para o País!

As cordas com as que pretendem enforcar os condenados já estão instaladas e balançando.

Falta enfileirar os “ci-devant”. Os nomes não foram dados a conhecer, mas a condenação sem processo já foi emitida. Ou forca, ou guilhotina: é a opção da “misericórdia” verde.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, denunciou essa arbitrariedade à revista Globo Rural. O Acordo de Paris custará ao Brasil U$ 40 bilhões, ou R$ 136 bilhões em valores de hoje, e serão os produtores rurais brasileiros que terão que pagar a conta!

“Aos produtores rurais cabe a tarefa de reflorestar 12 milhões de hectares e recuperar 15 milhões de pastagens degradadas para melhorar a eficiência da pecuária e evitar novos desmatamentos e ampliar a área de plantio direto”, explicou o ministro por telefone.

"Quem vai pagar esta conta?", perguntou Blairo. O blog Código Florestal responde: quem vai pagar essa conta é o produtor rural brasileiro.

O compromisso assumido pelo Brasil em Paris foi voluntário. Assumimos porque quisemos, explicou o blog Código Florestal.

Em verdade, o compromisso foi adotado enquanto dormíamos ou a grande mídia silenciava para o brasileiro o que estava acontecendo em Paris.

O acordo foi negociado por Dilma Rousseff, ratificado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, onde foi relatado pela senadora Katia Abreu, foi sancionado pelo presidente Michel Temer, e hoje é defendido por Blairo Maggi e Sarney Filho.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, levantou uma polêmica na Conferência em Marrakesh, segundo escreveu Código Florestal. E querendo salvar os condenados sem processo.

O ministro disse que o setor rural brasileiro não pode arcar sozinho com o custo de redução de emissões de gases de efeito estufa assumido pelo Brasil nas negociações.

“Posso dizer isso com toda tranquilidade. Nós não temos condições financeiras de levar adiante a intenção que o Brasil colocou”, disse Blairo. “A intenção que o Brasil assumiu perante o mundo não pode ser obrigação do produtor brasileiro”, completou com toda razão.

Na elaboração do Acordo de Paris, a presidente Dilma Rousseff, em nome do Brasil, fixou para o país uma meta de redução de emissões, de 37% até 2025 e 43% até 2030.

Denunciei o utopismo ideológico e a inviabilidade material dessas metas. Elas, na prática, estão feitas para estrangular os grandes setores produtivos da Nação e serem utilizadas como instrumentos a serviço da utopia socialo-comunista das esquerdas tupiniquins.

A mesma administração petista entregou aos negociadores de Paris uma lista de ações que o Brasil poderia tomar para atingir esses valores.

Entre elas, estão o reflorestamento de 12 milhões de hectares e a recuperação de 15 milhões de hectares de pastos degradados, o fim do desmatamento ilegal e investimentos em energias renováveis.

Essa lista de ações acabou entrando no Acordo de Paris como um anexo que não chega a ser obrigatório, mas vale como compromisso moral do País diante da comunidade mundial.

Blairo Maggi bateu nessa tecla:

“É intenção. Não é a agricultura e a pecuária que tem de pagar essa conta.

“As metas são metas gerais que o Brasil colocou e ali deu uma indicação de por onde pode sair, mas se não cumprir através de reflorestamento ou de melhoramento de pastagem, vai ter de fazer em outro lugar. “Não é obrigação da agricultura. Não queiram pendurar essa conta no setor agrícola sozinho”, disse o ministro ao jornal O Estado de São Paulo.

Tecnicamente é verdade, mas os ativistas ambientalistas não se importam muito com leis ou formalidades.

Já está em campanha um grupo de ONGs ambientalistas radicais reunidas no “Observatório do Clima” para fazer exatamente isto: pendurar mais essa conta no setor rural.

Em carta entregue aos ministros Blairo e Sarney Filho, escreveu o blog Código Florestal, essas ONGs radicais afirmam que o Brasil deve usar os recursos que financiam a safra agrícola para custear as ações decorrentes do acordo de Paris.

A carta dos ambientalistas responsabiliza o agro braseiro do aquecimento global:

“o setor rural brasileiro tem uma imensa responsabilidade sobre a contribuição brasileira para as emissões globais de gases de efeito estufa e, portanto, para o aquecimento global", diz o texto, reproduzido por “Código Florestal”.

Após pressão das ONGs, o ministro recebeu alguns representantes dos ambientalistas. Esses colocaram em seu pescoço não uma corda mas um colar de “pérolas mágicas”, em cáustica “alusão à verborragia que tem demonstrado em Marrakesh”, como disse “Código Florestal”.

O cadafalso está erguido, ainda não começaram as execuções, os agitadores estão ao trabalho procurando “suspeitos” já escolhidos previamente como faziam os “sans-culottes” na Revolução Francesa.

Falta que algum demagogo, alguma lei sorrateiramente redigida, ou até alguma portaria inesperada mande fazer o que ate agora não é obrigatório.

Então, os agitadores extremistas verdes ou vermelhos terão pretexto para exigir dos poderes públicos – ou executar de mão própria – os acordos de Paris e Marrakesh.

O cenário ficou montado e exige muita prontidão do Brasil trabalhador.

ESCRITO POR LUIS DUFAUR | 24 NOVEMBRO 2016 
ARTIGOS - AMBIENTALISMO
Do site: http://www.midiasemmascara.org/

domingo, 27 de novembro de 2016

O CHEFE DO PAPA - WIKILEAKS: O PAPA E SOROS, UMA ALIANÇA PROFANA



Aviso alarmante: Tão logo publicou a notícia sobre a influência de George Soros no Vaticano, o site http://www.sensusfidei.com.br/ foi retirado do ar.

De acordo com a documentos vazados da OSF, George Soros está financiando esforços para promover a agenda radical socialista da desigualdade econômica usando o púlpito do Papa Francisco.

Entre as evidências substanciais expostas no vazamento do Wikileaks, estão os documentos que deveriam preocupar enormemente os católicos. A mais recente divulgação de dados do Wikileaks, os documentos internos da Open Society Foundation (OSF) de George Soros, expõe a mais escandalosa de todas as alianças políticas. De acordo com a documentos vazados da OSF, George Soros está financiando esforços para promover a agenda radical socialista da desigualdade econômica usando o púlpito do Papa Francisco. Soros procura “envolver o papa em questões de justiça econômica e racial” fazendo lobby com o Vaticano.

A aliança profana e o plano estratégico são apresentados na página 16 do livro vazado da reunião de maio de 2015 do diretório norte-americano da OSF:

Visita do Papa Francisco – U$ 650,000
A primeira visita do Papa Francisco aos Estados Unidos em setembro incluirá um histórico discurso no Congresso, um discurso nas Nações Unidas, e uma visita a Filadélfia para o “Encontro Mundial das Famílias”. Para aproveitar este evento, vamos apoiar as atividades organizadas pelo PICO para envolver o papa em questões de justiça econômica e racial, usando inclusive a influência do Cardeal Rodriguez, o principal conselheiro do Papa, e enviando a visita de uma delegação ao Vaticano na primavera ou no verão para possibilitar que ouça diretamente os católicos de baixa renda da América.

O objetivo da colaboração de Soros com o Vaticano é influenciar as eleições americanas de 2016 para assegurar o candidato presidencial escolhido por Soros, Hillary Clinton.

A contribuição também apoiará os meios de comunicação, as estratégias e as ações da opinião pública de FPL, incluindo o desenvolvimento de uma pesquisa que mostra que os eleitores católicos são receptivos à mensagem do Papa sobre a desigualdade econômica e recebendo cobertura da mídia para transmitir a mensagem de que ser “pró-família” requer enfrentar a crescente desigualdade. Ao utilizar a visita papal para reforçar as fortes críticas do Papa ao que ele chama de “uma economia de exclusão e desigualdade” e sua rejeição das teorias de “derrame”, PICO e FPL trabalharão para construir uma ponte para uma conversação mais ampla sobre preocupações econômicas fundamentais e mudar os paradigmas e prioridades na corrida para a campanha presidencial de 2016.

A Fundação de Soros vê claramente o papa Francisco como um importante aliado do movimento socialista da desigualdade econômica de Soros na corrida eleitoral de 2016 dos Estados Unidos. Observem como os da esquerda radical de Soros redefinem as palavras pró-família como “crescente desigualdade.” A descrição desta colaboração ressalta como a esquerda se apropria da linguagem e a explora para sua própria vantagem política radical. Seus parceiros na promoção da linguagem transformacional são os meios de comunicação de esquerda.

Outra pérola fascinante da reunião do conselho de Soros expõe sua íntima relação com o Cardeal Rodriguez Maradiaga, o Vice Papa e confidente próximo do Papa Francisco. O Cardeal Oscar Maradiaga, de Honduras é identificado pelos funcionários de Soros como “usando a sua influência” dentro do Vaticano para promover a narrativa da desigualdade econômica radical de Soros. Claramente, Maradiaga foi identificado pelas regras de Soros como um jogador chave no movimento radical de redistribuição econômica global. A equipe de Soros sabe que Maradiaga se sentirá confortável para promover esta iniciativa dentro do Vaticano e, mais ainda, com o Papa Francisco, seu bom amigo.

Quem é PICO, o receptor de uma contribuição de US $ 650.000 que irá organizar atividades para envolver o Papa em ações para a justiça econômica e racial? De acordo com KeyWiki,

PICO é uma rede nacional progressista de organizações baseadas na fé. Como na reforma do sistema de saúde, a mais recente iniciativa do PICO visa redistribuir a renda, afirmando que “líderes religiosos tomem posições nos conselhos dos grandes bancos.”

PICO National Network recebeu uma contribuição de US$ 600.000 do Open Society Institute de Soros. PICO foi fundado em 1972 por John Baumann, um padre jesuíta treinado na comunidade de Saul Alinsky de Chicago na década de 1960. Mais tarde foi redesenhado como COPS, um projeto da Fundação de Áreas Industriais (Industrial Areas Foundation) de Alinsky em St. Antony, Texas.

O Open Society Institute descreve PICO como “uma rede de organizações comunitárias com base em congregações, que eleva as vozes de pessoas de fé e líderes na fé para o debate público sobre as prioridades nacionais”, e menciona outros financiamentos de Soros além da principal colaboração.

Soros rastreia e financia a sua influência no Vaticano através do PICO, entre outros. A Open Society Foundation (OSF) reconhece que o dinheiro investido no Vaticano é bem gasto para a agenda globalista de Soros. Eles identificaram o Cardeal Oscar Maradiaga como um solidário e disposto promotor da causa globalista. Ele será um poderoso aliado e um ouvido simpático para a agenda de Soros.

Outra organização chave financiada por Soros é a FPL que significa “Fé na Vida Pública”. À FPL se dá ordens juntamente com as contribuição. Também é revelado a manipulação e a teatralidade que a esquerda faz para influenciar a opinião pública. A OSF descaradamente admite que os resultados dos inquéritos da FPL sejam exigidos com antecedência por Soros, conforme especificado na contribuição:

Os meios de comunicação, as estratégias e ações da opinião pública da FPL, incluindo o desenvolvimento de uma pesquisa que mostre que os eleitores católicos são receptivos ao foco do Papa sobre a desigualdade econômica e recebendo cobertura da mídia para transmitir a mensagem de que ser “pró-família” requer enfrentar a crescente desigualdade.

Ali está. A FPL recebeu ordens de seu financiador para conduzir uma pesquisa e mostram que os eleitores católicos apoiam o Papa Francisco na causa da desigualdade econômica. Você confiaria em uma pesquisa depois de ver a conspiração e a cumplicidade da filantropia esquerdista de Soros?

Quem é FPL, conhecida como Fé na Vida Pública? A organização de nome inócuo e religioso é outra organização de esquerda radical financiada por Soros, que dirige a agenda esquerdista na comunidade da fé. Em 2011, American Thinker expôs os indivíduos por trás da FPL e sua organização de esquerda.

Quem poderia opor-se a uma organização que inocuamente se autodenomina “fé na vida pública”? FPL é um satélite das centenas de organizações financiadas por Soros sob o disfarce de filantropia bem-intencionada que realmente promove uma agenda econômica radical de anti-capitalismo e redistribuição global.

Sorte para Soros ter encontrado um novo sócio popular que promoverá a agenda esquerdista usando as táticas do braço forte e misericordioso do papado. Os católicos servem como um enorme e influente bloco de votação nas eleições dos EUA. O uso que Soros faz do líder da Igreja Católica para influenciar este bloco chave de votação se reflete nas notas do planejamento estratégico da OSF. Não é a primeira vez que a aliança profana de Soros e o Vaticano colabora com sucesso em um projeto político.

Em 2015, os funcionários de Soros incorporados no Vaticano dirigiram a agenda ambientalista do Papa Francisco, publicando para Soros e a ONU uma exortação apostólica sobre a mudança climática, com o precioso apoio papal das metas de desenvolvimento sustentável da ONU e benção apostólica do Tratado do Clima de Paris. Soros ganhou “a trifecta”[1] meio-ambientalista selada e entregue das mãos do Papa Francisco.

Tendo o Papa Francisco alcançado as metas ambientalistas de Soros, é hora de voltar para o ponto # 2 da agenda socialista radical de Soros: a redistribuição da riqueza. Aparentemente, Soros sabe que o Papa Francisco colaborará mais uma vez para promover sua agenda socialista.

Preste atenção, católicos, uma vez que os dados forçados das pesquisas/enquetes refletem seu surpreendente apoio por mais impostos globais e a poluição, para uma redistribuição mais equitativa da renda. Soros vai usar o Vaticano para promover Hillary, sua candidata presidencial escolhida.

Estão avisados!

Por: Elizabeth Yore

Do site Sensus Fidei.

Traduzido ao espanhol para Adelante la Fe por Marilina Manteiga.

Publicado originalmente em Remnant – THE POPE'S BOSS – Wikileaks: Papa and Soros, a Unholy Alliance Do site: http://www.midiasemmascara.org/

sábado, 26 de novembro de 2016

DOM PEDRO II ERA A LUZ DO BAILE


Foi preciso que viesse a República, e que se alijasse do trono a força catalítica, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.

A experiência republicana, no Brasil, tem sido um fracasso evidente. Uma análise deste 127 anos de história republicana revelam uma instabilidade crônica das instituições, uma sucessão de sobressaltos político-sociais e o surgimento, de tempos em tempos, de "salvadores da pátria" que, em pouco tempo, se tornam decepções dolorosas.

Vivemos hoje momentos especialmente críticos dessa experiência. Próceres republicanos reconhecem que todo o sistema político está em xeque, enquanto uma operação sem precedentes - a Lava Jato - vai revelando ao País como, a partir da própria Presidência da República, se atuou para subverter a ordem legal do País, com um assalto generalizado ao Estado, ao seu (nosso) patrimônio e às instituições do Estado de Direito.

Mas, como traduzir, em poucas palavras, a diferença entre o ambiente social, político e institucional que imperava no regime monárquico e o que passou a vigorar na república? Monteiro Lobato o fez de modo didático, num texto que passo a transcrever:

“D. Pedro II agia pela presença.

O fato de existir no ápice da sociedade um símbolo vivo e ativo da honestidade, do equilíbrio, da moderação, da honra e do dever, bastava para inocular no País em formação o vírus das melhores virtudes cívicas.

O juiz era honesto, se não por injunções da própria consciência, pela presença da honestidade no trono. O político visava o bem comum, se não pelo determinismo de virtudes pessoais, pela influência catalítica da virtude imperial. As minorias respiravam, a oposição possibilitava-se: o chefe permanente das oposições estava no trono. A justiça era um fato: havia no trono um juiz supremo e incorruptível. O peculatário, o defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso – o mau cidadão, enfim – muitas vezes passava a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniquidade, mas sofreava as rédeas aos maus instintos a simples presença da eqüidade e da justiça no trono.

Foi preciso que viesse a República, e que se alijasse do trono a força catalítica, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno. O mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário, até 15 de novembro honesto, bem intencionado e bravo e cumpridor dos deveres, percebendo ordem de soltura na ausência do imperial freio, desenfrearam a alcatéia dos maus instintos mantidos de quarentena.

Daí o contraste, dia a dia mais frisante, entre a vida nacional sob Pedro II e a vida nacional sob quaisquer das boas intenções quadrienais que se revezam na curul republicana.

Pedro II era a luz do baile: muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias de arte sobre os consolos, dando o conjunto uma impressão genérica de apuradíssima cultura social.

Extinguiu-se a luz: as senhoras sentem-se logo apalpadas, trocam-se tabefes, ouvem-se palavreados de botequim, desaparecem as jóias.”

(Monteiro Lobato, D. Pedro II, Revista Brasil, RJ, nº 36, dezembro de 1918)
Por: José Carlos Sepúlveda da Fonseca  18 de novembro de 2016


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Sol é mesmo maior que a Terra ?

DONALD TRUMP DÁ FORÇA AO MOVIMENTO ANTI-ESTABLISHMENT DA EUROPA

- Os Estados Unidos acabam de se libertar do politicamente correto. Os americanos expressaram o desejo de continuarem sendo um povo livre e democrático. Agora é a vez da Europa. Podemos e faremos o mesmo"! — Geert Wilders, parlamentar holandês, Presidente do Partido da Liberdade (PVV), ora sendo julgado na Holanda no tocante à liberdade de expressão.


- "Ao que tudo indica 2016 será o ano de duas grandes revoluções políticas. Eu achei que o Brexit era algo grande, mas cara, isso parece que vai ser maior ainda" — Nigel Farage, membro do Parlamento Europeu e líder do Partido da Independência do Reino Unido.

- "A classe política está sendo vilipendiada em grande parte do Ocidente, os institutos de pesquisa de opinião estão falidos e a imprensa ainda não acordou para ver o que está acontecendo no mundo" — Nigel Farage.

- "Em uma democracia, quando as pessoas se sentem ignoradas e desprezadas, elas encontram um meio de serem ouvidas. Esta votação é a consequência da revolta da classe média contra uma elite dominante que quer enfiar goela abaixo como ela deve pensar." — Laurent Wauquiez, líder do partido de oposição francês Os Republicanos.
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A vitória eleitoral de Donald Trump caiu como uma bomba no establishment político e midiático da Europa, que teme que a onda de transformação política em andamento nos Estados Unidos dará novas forças aos partidos populistas da Europa.

Políticos anti-establishment, muitos dos quais estão bem colocados segundo sondagens para as próximas eleições europeias, esperam que a ascensão de Trump irá influenciar os eleitores europeus a votarem na chapa deles em número recorde.

Ao tecer comentários sobre a vitória de Trump o legislador holandês Geert Wilders ressaltou: "os Estados Unidos acabam de se libertar do politicamente correto. Os americanos expressaram o desejo de continuarem sendo um povo livre e democrático. Agora é a vez da Europa. Podemos e faremos o mesmo"!

Mais de uma dozena de eleições serão realizadas na Europa nos próximos doze meses, começando pelo 2º turno da eleição presidencial austríaca marcada para 4 de dezembro. As pesquisas apontam que Norbert Hofer do Partido da Liberdade, anti-imigração austríaco, está a caminho de vencer a corrida presidencial.

No mesmo dia os italianos irão votar em um referendo sobre a reforma da constituição. Observadores dizem que a vitória de Trump tornará mais difícil para o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi, um dos poucos líderes mundiais a endossarem Hillary Clinton, sair vitorioso. Eles salientam que o apoio aberto da Renzi a Clinton irá prejudicar as relações da Itália com os Estados Unidos. Renzi afirmou que renunciará caso seja voto vencido no referendo que pede a diminuição do papel do senado. A maioria das pesquisas de opinião mostra que o "não" está na frente. Renzi diz que a medida irá simplificar a tomada de decisões, mas os opositores dizem que irá reduzir os "checks and balances".

As eleições gerais que serão realizadas na República Checa, França, Alemanha e Holanda, estão programadas para 2017, países da UE onde os candidatos anti-establishment estão pondo em xeque a ordem estabelecida.

Políticos dos principais partidos e a mídia tentaram desacreditar os líderes populistas tachando-os de neonazistas e xenófobos por serem contrários à migração em massa, multiculturalismo e à ascensão do Islã na Europa. Se Donald Trump conseguir mostrar que é capaz de governar os Estados Unidos e produzir resultados positivos, especialmente em relação ao crescimento da economia e reduzir a imigração ilegal, o establishment político europeu terá uma tarefa muito mais árdua em estigmatizar os dissidentes.

Políticos anti-establishment da Europa, como o líder Geert Wilders (esquerda) do Partido da Liberdade da Holanda e o líder Nigel Farage (direita) do Partido de Independência do Reino Unido, enalteceram Donald Trump e esperam que a ascensão de Trump irá influenciar os eleitores europeus a votarem na chapa deles em número recorde.

O que se segue é uma série de reações oficiais europeias em relação à vitória eleitoral de Trump. Políticos anti-establishment comemoram a vitória de Trump e os políticos do establishment, em sua maioria, divulgaram comunicados pró-forma de felicitações, cordiais, porém formais e distantes.

Áustria. O líder do Partido da liberdade, Heinz-Christian Strache, felicitou Trump no Facebook. Ele salientou:

"Pouco a pouco os políticos de esquerda e o establishment corrupto e fora de sintonia está sendo punido pelos eleitores e retirados do poder. Isso é positivo porque os mandatos vêm do povo. A grande mídia austríaca, que se posicionou contra Trump por semanas a fio e prematuramente declarou Hillary Clinton a vencedora, ficou desconcertada pelo voto do eleitorado".

Bélgica. O partido populista Vlaams Belang (Interesse Flamengo) felicitou Trump e disse que a sua vitória inesperada poderia ser replicada na Europa. O presidente do partido Tom Van Grieken tuitou: "a eleição nos EUA mostra novamente o quão distantes os políticos estão do povo". Em outro tuíte, ele salientou: "a ascensão de Trump não é um fenômeno isolado. Na Europa também, cada vez mais eleitores querem uma mudança de verdade".

Grã-Bretanha. A Primeira Ministra Theresa May realçou:

"Eu gostaria de parabenizar Donald Trump, após uma árdua campanha, por ele ter sido eleito o próximo presidente dos Estados Unidos. A Grã-Bretanha e os Estados Unidos mantêm um relacionamento duradouro e especial, baseado nos valores da liberdade, democracia e empreendedorismo. Nós somos e continuaremos sendo parceiros fortes e próximos no comércio, segurança e defesa."

Nigel Farage, líder do Partido da Independência do Reino Unido, que com sucesso fez campanha no referendo a favor do "Brexit" para que a Grã-Bretanha saísse da União Europeia, disse que a vitória de Trump não o surpreendeu. Ele tuitou:

"Ao que tudo indica 2016 será o ano de duas grandes revoluções políticas. Eu achei que o Brexit era algo grande, mas cara, isso parece que vai ser maior ainda".

Ele também tuitou: "eu entrego o manto a @RealDonaldTrump! Meus parabéns. Você venceu uma campanha com coragem".

Falando à ITV, Farage salientou: "a classe política está sendo vilipendiada em grande parte do Ocidente, os institutos de pesquisa de opinião estão falidos e a imprensa ainda não acordou para ver o que está acontecendo no mundo".

República Checa. O Presidente Milos Zeman ressaltou que a eleição do Trump foi uma vitória sobre a "manipulação da mídia". Ele salientou:

"Eu gostaria de parabenizar cordialmente Donald Trump. Eu, um dos poucos políticos europeus, declarei apoio público a este candidato porque concordo com suas opiniões sobre migração, bem como sua luta contra o terrorismo islâmico. Eu admiro a conduta pública de Donald Trump. Ele fala sem rodeios, às vezes impositivamente, mas de maneira compreensiva e evita o que muitas vezes é chamado de politicamente correto".

União Europeia. O Presidente da Comissão Europeia Donald Tusk destacou:

"A Europa e os Estados Unidos simplesmente não tem outra opção a não ser cooperar o mais estreitamente possível. Ouvi com atenção o chamamento do presidente eleito Trump para a união dos americanos. Eu, no nosso caso, gostaria de fazer o chamamento para a união dos europeus e a união transatlântica. Não acredito que algum país hoje possa ser grande no isolamento. Acredito porém que os Estados Unidos e a Europa podem, devem e irão trabalhar juntos. É de nosso interesse comum. Temos que reconhecer que este trabalho requererá grandes esforços de ambos os lados. A UE é um parceiro forte e confiável e assim permanecerá. Esperamos o mesmo dos Estados Unidos e de seu novo presidente".

França. O Presidente François Hollande tuitou: "o povo americano se pronunciou. Elegeu Donald Trump. Parabenizo-o. Também penso em Hillary Clinton".

O embaixador francês nos Estados Unidos, Gérard Araud, tuitou: "este é o fim de uma era. Depois do Brexit e desta votação, tudo é possível. O mundo está se desintegrando diante dos nossos olhos". Mais tarde, ele apagou o tuíte.

O ex-primeiro-ministro Dominique de Villepin, ressaltou: "o que está acontecendo nos EUA poderá acontecer na França".

O ex-primeiro-ministro Jean-Pierre Raffarin ressaltou: "os limites da razão desapareceram com o Brexit, a principal lição para a França é a de que Le Pen pode vencer".

Laurent Wauquiez, líder do partido de oposição Os Republicanos, enfatizou: "em uma democracia, quando as pessoas se sentem ignoradas e desprezadas, elas encontram um meio de serem ouvidas. Esta votação é a consequência da revolta da classe média contra uma elite dominante que quer enfiar goela abaixo como ela deve pensar."

A líder do partido Frente Nacional, Marine Le Pen, tuitou: "felicitações ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao povo americano livre!"

O pai de Le Pen, Jean-Marie Le Pen, fundador do partido, tuitou: "hoje, os Estados Unidos, amanhã a França".

Alemanha. A Chanceler Angela Merkel, que não mencionou o nome de Trump admoestou o presidente eleito no tocante a valores:

"A Alemanha e os Estados Unidos estão unidos por valores: democracia, liberdade, respeito ao Estado de direito, dignidade humana independentemente da sua origem, cor da pele, religião, gênero, orientação sexual ou opiniões políticas. Eu ofereço uma estreita cooperação com o futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com base nesses valores".

O Vice-Chanceler Sigmar Gabriel foi menos elegante. Ele assinalou:

"Trump é o prenúncio de um novo movimento internacional autoritário e machista. Ele também serve de alerta para nós. Nosso país e a Europa precisam mudar se quisermos combater o movimento internacional autoritário".

O Ministro das Relações Exteriores Frank-Walter Steinmeier ressaltou:

"Esperamos não enfrentar uma instabilidade ainda maior na política internacional. Durante a sua campanha, Trump criticou não apenas a Europa, mas também a Alemanha. Acredito que devemos nos preparar para uma política externa americana menos previsível. Temos de nos preparar para uma situação na qual os Estados Unidos estarão inclinados a tomar muito mais vezes decisões por conta própria.

"Eu não quero dourar a pílula: nada será mais fácil e muito vai ser mais difícil. Assim como nós alemães aprendemos muito no passado com nossos amigos americanos, agora nós devemos encorajar nossos amigos americanos a permanecerem fiéis às antigas parcerias e conosco".

A Ministro da Defesa Ursula von der Leyen salientou: a vitória de Trump foi um "choque enorme" e "não foi um voto para ele, mas sim contra Washington, contra o establishment". Ela acrescentou:

"É claro que nós europeus, como aliados na OTAN, sabemos que, se Donald Trump se tornar presidente, ele irá perguntar: qual a sua contribuição para esta aliança? Mas nós também gostaríamos de saber qual é a sua posição nesta aliança?"

O Ministro da justiça Heiko Maas tuitou: "o mundo não vai acabar. Mas ficará mais louco".

A líder do partido populista Alternative für Deutschland (AfD), Frauke Petry, previu que a vitória de Trump resultará em uma mudança política na Europa também. No Facebook ela ressaltou:

"Chegou a hora das pessoas nos Estados Unidos, que estão descontentes, não mais votarem no establishment político. Enquanto 93% dos eleitores em Washington DC votaram em Clinton a fim de manterem suas próprias estruturas de poder, a maioria dos eleitores em todo o país optaram por um novo começo político, uma recuperação econômica para a classe média que vem sendo castigada e o fim da divisão do país que ainda é o mais poderoso do mundo.

"O resultado da eleição é encorajador para a Alemanha e para a Europa porque Trump realmente tem as cartas na mão para conduzir uma mudança política radical. Felicito Donald Trump pela vitória eleitoral e por esta oportunidade histórica..."

"Assim como fizeram os americanos, os cidadãos da Alemanha devem ter a coragem de ticar a cédula de votação e mostrar nas urnas que não ficarão complacentes. A opinião deles conta, mesmo que a correção política dê a impressão de ter elevado o consenso decretado ao nível de uma nova doutrina".

Beatrix von Storch, membro da AfD no Parlamento Europeu, salientou:

"A vitória de Trump é um sinal claro de que os cidadãos do mundo ocidental querem mudança política. Isto veio como uma surpresa só para o establishment. Nos EUA, assim como na Alemanha, os cidadãos querem viver dentro de fronteiras seguras, menos globalização e uma política que aja com bom senso no tocante aos problemas de seu próprio país."

Hungria. O Primeiro Ministro Viktor Orbán ressaltou no Facebook: "que ótima notícia. A democracia ainda está viva."

Itália. O fundador do Movimento 5 estrelas anti-establishment, Beppe Grillo, comemorou a vitória de Trump. Ele salientou:

"Esta é a prova de que estes milhões de demagogos não são o povo, são jornalistas, intelectuais, ancorados a um mundo que não existe mais. Há semelhanças entre esses eventos nos Estados Unidos e o nosso movimento... Nós iremos governar e eles perguntarão: mas como eles conseguiram? Eles canalizaram a fúria coletiva".

Holanda. O legislador holandês Geert Wilders ressaltou:

"Os Estados Unidos recuperaram a soberania nacional, a identidade, recuperaram a própria democracia, é por isso que eu chamo isso de revolução".

"Agora há um líder, apesar de todo o negativismo espalhado acerca dele pela elite política e pela imprensa que tem apenas uma preocupação a saber: o interesse nacional dos eleitores dos Estados Unidos que estão preocupados com a imigração, que estão preocupados com a perda de emprego em consequência da globalização, que estão preocupados com a islamização da sociedade. E ele tende a dizer a verdade e convencer as pessoas de que se começarem a agir tudo é possível, e acredito que o evento histórico de 8 de novembro também irá ter um efeito enorme sobre a política europeia.

"A lição para a Europa é a seguinte: o que os Estados Unidos podem fazer, nós também podemos."

Em um ensaio publicado pela Breitbart, Wilders assinalou:

"Ontem o povo americano deixou bem claro que ele não quer seguir os passos da Europa Ocidental. Ele não quer desistir de seu país. Ele quer preservar a sua nação, suas liberdades, sua prosperidade. Eles sentiram que havia chegado a hora da libertação.

"Os eleitores americanos não querem continuar sendo representados por políticos que não levam as suas preocupações a sério. Eles sentiram que Donald Trump foi o único a escutá-los...

"Os Estados Unidos acabam de se libertar do politicamente correto. Os americanos expressaram o desejo de continuarem sendo um povo livre e democrático. Agora é a vez da Europa. Podemos e faremos o mesmo"!

Por: Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri.  15 de Novembro de 2016

Tradução: Joseph Skilnik Do site: https://pt.gatestoneinstitute.org

sábado, 19 de novembro de 2016

'REDUÇÃO DE CUSTOS DEVE SER CONSEQUÊNCIA E NÃO OBJETIVO"

Muitas empresas têm verdadeira obsessão pela redução de custos. A princípio, isso pode parecer muito positivo. Trata-se de uma preocupação vital em épocas como a atual, em que as vendas diminuem, e esse cuidado torna-se um fator essencial para a sobrevivência nos negócios.


A redução de custos como consequência

Mas a forma como isso é buscado pode ser preocupante. Há uma forma questionável de gerar redução de custos. E há também uma maneira muito mais produtiva de se pensar e fazer isso. São duas formas diferentes de se conseguir esses mesmos benefícios.

A grande diferença é, por um lado, pensar na redução de custos como um “fim em si próprio”, como um objetivo a ser cumprido sem se preocupar em “como fazer” e sem entender claramente as consequências e os impactos futuros que isso poderá gerar.

Por outro lado, há a forma de pensar a economia de custos como uma “consequência” de atividades de melhoria de processos e de resolução de problemas, com o objetivo de eliminar desperdícios e de agregar valor para os clientes. Assim, gerando, igualmente, reduções de custos – mas como um resultante.

A diferença de abordagem é substancial. E muitas empresas pegam o caminho errado, às vezes mais fácil, para se fazer isso. Pressionadas pelas dificuldades de mercado ou obcecadas pelos lucros, saem cortando tudo o que podem. E muitas vezes o que não devem.

Cortam pessoas, baixam a qualidade mínima das matérias-primas, cortam processos fundamentais de qualidade, diminuem a quantidade de produtos em suas embalagens, pressionam seus fornecedores, atrasam pagamentos, reduzem preocupações com segurança e meio ambiente etc. Isso sem falar daquelas companhias que muitas vezes, baseadas em seus valores e princípios, partem mesmo para os “crimes”.

Claro que tudo isso tenderá a diminuir custos. Mas é óbvio que também vai gerar uma série de externalidades negativas. Pode deixar precários os produtos, descontentar clientes, afetar a reputação da empresa, quando não gerar investigações e processos criminais. E não vai ajudar a orientar a companhia para atender as necessidades reais de seus clientes, o que deveria ser o propósito da organização.

Foco em processos e atividades

É muito melhor, então, pensar em redução de custos como uma consequência e não como um fim em si próprio.

Por exemplo, focalizando nos processos e atividades, eliminando os desperdícios que ocorrem por todos os lados. São desperdícios que existem de todas as formas: de tempo, de vários tipos de recursos, como pessoas, equipamentos, instalações, conhecimento, espaços etc.

Desperdícios que muitas vezes as empresas não são capazes de enxergar. Mas que, lá na ponta final, geram custos absurdos, sem agregar qualquer tipo de valor ao cliente.

Gerando valor

É, então, fundamental pensar que cotidianamente todos na organização precisam ser estimulados a terem um olhar crítico sobre os processos que ocorrem na empresa, visando enxergar desperdícios e eliminá-los.

Fazer isso com a finalidade de tornar os processos mais rápidos, mais agregadores de valor, para que o cliente se beneficie e fique fiel.

Veja que a finalidade principal aqui é tornar a companhia melhor para seus clientes. Com processos mais eficazes, com menos desperdícios, numa empresa feita por pessoas que se sentem satisfeitas com seu trabalho, pois percebem que estão sempre buscando agregar valor no que fazem. E que não gastam tempo em atividades sem sentido.

Se isso for feito, pode ter certeza de que haverá uma importante consequência: uma forte redução de custos. Cada atividade de melhoria deve ser entendida claramente por todos os colaboradores.

Cuidado em achar que cortar custos significa fazer melhorias. A razão real para fazer melhorias deve ser maximizar o valor com o propósito de crescer o negócio.

Muitas empresas ficam impacientes para ter resultados em seus esforços de melhorias, e os resultados precisam ser financeiros, principalmente em reduções de custos. Assim, redução de custos torna-se uma expectativa e um objetivo frequente em processos de melhoria, até mesmo tendo por base os princípios lean (enxutos).

A alta administração acaba pressionando para ter resultados imediatos e rápidos. Mas focalizar principalmente em reduções de custos como meta de suas atividades de melhorias pode frustrar. Muitas ações de melhoria resultam em evitar custos, mas não “aparecem” como reduções de custos. Assim, muitas vezes não são tão admiradas.

A conta mais fácil de fazer e um dos custos mais fáceis de calcular é o custo de mão de obra. Portanto, a eliminação do número de colaboradores é sempre facilmente vista como grande objetivo e benefício.

Mas se deve evitar baixar o moral, que é o que mina o sistema de melhoria e de envolvimento das pessoas, algo tão fundamental para eliminar desperdícios e agregar valor.

O foco no propósito, no cliente, no valor e no desperdício trará melhorias que terão como consequência a redução de custos. Essa é a diferença entre pensar a redução de custos como uma consequência e não como um fim.

Pense nisso quando estiver analisando sua “planilha de custos” da empresa, procurando onde mais “fazer cortes”. Ou quando estiver começando ou reforçando suas atividades de melhoria contínua. Olhe mais para seus processos reais e se pergunte em que os clientes estão efetivamente sendo atendidos. Garanto que os custos baixarão substancialmente.

Trocar a obsessão pela redução de custos pela obsessão pela eliminação de desperdícios fará toda a diferença no enfoque das ações tomadas, criando uma empresa mais orientada para o valor, para os clientes e engajando seus colaboradores nessa jornada.
Por: José Roberto Ferro Do site: www.institutomillenium.org.b Fonte: “Época negócios”.